domingo, 22 de julho de 2007

Algumas evidências de que minha mãe tinha razão

1- Ela tem um caderninho onde anota quantos vezes "quebrei" a fralda por dia e usa expressões tipo: megachernobill

2-No primeiro dia em casa após ter me alimentado com leite num copinho de pinga liga ela para o pediatra :

minha mãe:
- Doutor o bebê está mole! Mole!

doutor (que na verdade era uma doutora, mas minha mãe se nega a utilizar os femininos das profissões):

- Ele mamou? Tá respirando?

minha mãe:
- Sim, sim.

doutor:
- Então ele está dormindo. Só isso.

Por via das dúvidas minha mãe trocou de doutor, dessa vez doutor mesmo.

3- Ela não confia em babás eletrônicas, achando que extraterrestres podem ionizar as conexões via rádio então, comprou um colchonete e passa algumas noites detada ao lado do meu berço.

4- Ela continua esxcrevendo como se fosse eu.

sábado, 21 de julho de 2007

Introdução necessária ou nota catártica do suposto autor

Que fique bem claro 3 coisas :

1- O nome: Minha mãe tinha razão refere-se a total falta de noção de minha mãe . Não se trata de ela estar certa mas sim , exatamente o contrário, da sua desconexão com os meios lógicos e racionais.

2- A partir do momento que se tornou mãe, essa pobre criatura adentrou no mundo da emotividade, da subjetividade, do guia do bebê e do couchicouchi

3-A criação deste blog onde "minha mãe" escreve supostamente em meu nome é a maior prova de que ela "tinha" razão e que essa já foi pro beleléu no momento em que eu me instalei na barriga dela. Notem que ela se nega a escrever em seu nome e me utiliza como interlocutor o que demostra sua distância com a sanidade mental e pensamentos lógicos.